AgroTech: Uso da tecnologia para incremento da produtividade no Agro.

AgroTech: Uso da tecnologia para incremento da produtividade no Agro.

Para garantir a competitividade perante o mercado, é preciso diversificar a produção. Garantindo também que ela seja o suficiente. Para isso, o agronegócio tem buscado cada vez mais inovações. E, assim, encontrar novas técnicas que sejam mais rentáveis e eficientes. 

É neste contexto que surge o termo Agricultura 4.0, novas tecnologias que integração atividades, otimizam as etapas do processo agrícola e utilização do maquinário, além de aumentar a conectividade e produtividade, tendo sempre em mente a sustentabilidade e a segurança alimentar. 

É a transformação digital aplicada ao agronegócio com as agrotechs. 

O que é agrotech?

Conforme já afirmamos em outro post, a transformação digital é o principal fator responsável pelo crescimento da produtividade no Agro. 

A cada dia, alguma agrotech aumenta o acesso da tecnologia e cria novas ferramentas que otimizam o trabalho no campo, aumentando também a qualidade de vida do produtor rural e maximizando os lucros. 

Mas, o que é uma agrotech? Basicamente, são startups que focam em inovar com alta tecnologia dentro do agronegócio, surgindo com melhores sistemas de gestão, controle de qualidade, segurança alimentar e objetivando a precisão da agricultura e o incremento da produtividade no agronegócio.  

Quais as áreas de concentração e atuação das agrotechs?

Segundo o 2º Censo AgTech de Startups Brasil, existem aproximadamente 300 agrotechs no Brasil, e 184 participaram deste levantamento. A concentração dessas empresas estão em São Paulo (46%), Minas Gerais (16%) e Paraná (12%). 

As áreas de atuação, por sua vez, são a Internet das Coisas, Softwares de gestão e Agricultura de Precisão. Além de outras vertentes, como: educação, segurança alimentar, consultoria, produtos agropecuários e robótica.

Também segundo a CEPEA, o agronegócio move em torno trilhões de reais. Ele foi responsável por 0,5% de crescimento do PIB e, estima-se que esse número aumentará para 1,4% em 2020. Sendo assim, é um dos principais motores da economia do país. Em outras palavras, o PIB é responsável por aproximadamente 34% do PIB brasileiro, ainda segundo a CEPEA.

Sem sombra de dúvidas, as agrotechs foram grandes responsáveis por esse crescimento. E é por isso que elas são a aposta do setor agrícola para os próximos anos. Os recursos tecnológicos que incrementam o plantio e a colheita se tornaram indispensáveis, como: agricultura de precisão, robôs, drones e a utilização de outras tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial. 

Com cada vez mais investimento nessas empresas, espera-se a geração de ainda mais vantagens para o setor agrícola em termos de previsão de cenários, aumento em eficiência e incremento da produtividade no Agro. 

Desafios das agrotechs no segmento do agronegócio

Por ter sido um dos últimos setores a implementar a tecnologia em sua rotina, os desafios no mercado agrícola ainda são grandes. 

Espera-se que as agrotechs solucionem os problema de falta de conectividade no campo e a falta de infraestrutura logística. Isso fará com que o agronegócio brasileiro passe ainda mais na frente dos competidores globais. 

A Agricultura 4.0 veio para ficar e será responsável pelo incremento da produtividade, com tratores autônomos, internet das coisas e inteligência artificial, entre outras inovações disruptivas. 

Os equipamentos agrícolas já contam com computadores de bordo e sensores que permitem o monitoramento em tempo real e maior precisão na hora do plantio e da colheita. A internet é o fator-chave para que a coleta de dados ocorra. Por isso a conectividade é tão fundamental para a tomada de decisão. 

Além disso, dentro do cenário que o meio ambiente enfrenta, nunca foi tão necessário pensar em uma agricultura sustentável que reduza os custos, aumente a produtividade e torne o Brasil ainda mais competitivo. perante o mercado externo. 

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